
Char Dham são os quatro lugares sagrados na Índia, que, segundo a tradição hindu, representam uma peregrinação espiritual completa – um caminho simbólico de purificação e libertação (moksha). “Char” significa quatro e “Dham”, a morada divina.
Tradicionalmente, acredita-se que visitar estes quatro locais ao longo da vida traz uma chuva de bênçãos! Os Char Dham não são uma checklist espiritual, mas uma oportunidade de peregrinação que nos tira do conhecido e confortável, para nos colocar frente a frente connosco mesmos e com outras formas de viver e acreditar.
Estes quatro destinos, estabelecidos por Adi Shankaracharya estão distribuídos pelos 4 pontos cardeais do país:
• Badrinath (Norte) — dedicado a Vishnu, nos Himalaias
• Dwarka (Oeste) — associado a Krishna, na costa do Gujarat
• Puri (Este) — templo de Jagannath, uma forma de Krishna
• Rameswaram (Sul) — ligado a Shiva, no Tamil Nadu
Sempre motivados por proporcionarmos experiências especiais e significativas, desenhamos o programa dos Char Dam, em duas partes. Em 2027, começamos pelo Oeste – Este, atravessando a Índia de um lado ao outro, seguindo o perfume de ŚRI Krishna! Do Gujarat a Orissa, visitaremos os 2 Char Dam – Dwarka e Puri – com passagem por outros locais incontormáveis da espiritualidade e cultura védica – como Varanasi ou Prayagraj, onde confluem os rios Ganges, Yamuna e Saraswati, o chamado Triveni Sangam!
Destaques da viagem
•Estudo do texto “Jīva Yātrā” & Práticas de yoga
•Visita aos dois Char Dhams de Este-Oeste Dwarka & Puri
•Ayodhya, berço do deus Rama
•Varanasi & Gangā
•Prayagraj e a confluência dos sagrados Ganges, Yamuna & Saraswati
•Calcutá, alma cultural da Índia
OS NOSSOS GUIAS:
MIGUEL HOMEM é apaixonado pela tradição de ensinamento da Índia, sobretudo pelo yoga e vedānta que vê como um só. A Índia transpira uma visão transcendente do Homem que emerge do contacto com as pessoas, no aparente caos das aglomerações humanas, nas deslocações pela ruas, estradas e comboios, no céu sempre mascarado com o véu misterioso, e nos momentos de assimilação espontânea num templo, às margens do Ganges e tudo isto faz valer pisar os pés naquela terra sagrada. Miguel fez o curso completo de formação para instrutores de yoga com Pedro Kupfer. Aprofunda-se no estudo e prática de āsana segundo o método Iyengar de 2004 a 2011 com Cláudia Villadelprat e outros . Fez formação em aṣṭaṅga vinyāsa yoga com David Swenson e com Manju Jois, tomando como o seu professor Tomás Zorzo. De 2005 a 2015 viajou para estudar na Índia com Pujya Swami Dayananda. Desde 2006 traz anualmente a Portugal a Prof. Gloria Arieira com quem estuda. Em 2007 conhece Ganga Mira, assistindo regularmente aos seus satsaṅgas. Em 2012 completou o curso de yoga e ayurveda de 300h com David Frawley, reconhecido pelo American institute of Vedic Studies.
ANA SERENO atraída pela Índia muito antes do Yoga entrar na sua vida, Ana viajou para lá pela primeira vez em 2001 com a sua mãe numa típica viagem turística atrás dos vidros mas não menos significante. Ao descolar do avião no regresso a casa soube que para sempre estaria ligada aquela terra e assim foi. A partir de 2009, voltou à Índia várias vezes e aí acabou mesmo por casar-se, nas margens do Ganges e sob a bênção do seu Mestre, Swami Dayananda com Miguel Homem. O entusiasmo e paixão por este destino é tal que não desistiu enquanto não viu esta viagem ganhar vida! Ana convida todos os que queiram conhecer a Índia à luz do contexto do Yoga, mergulhando sem reservas na cultura e modo de vida indianos a juntarem-se nesta viagem organizada com muito amor e orientada pelos melhores “experts” que vai encontrar – o Miguel e o Inácio ☺ Ana promete ser também aquela amiga de viagem que o acompanha desde a inscrição até à despedida no regresso, estando sempre por perto.
INÁCIO ROZEIRA, 46 anos, viaja pela Índia há mais de 16 anos. Das suas mais de cinco dezenas de viagens pela Índia conheceu grande parte do sub-continente e guiou mais de cinco centenas de viajantes por estas paragens exóticas. É especializado em viagens de aventura com uma forte componente de interacção cultural, desenrasca-se nos bazares e nos transportes locais como um autóctone e, ao longo destes últimos anos desenvolveu uma capacidade para falar hindi de uma forma simples para não ser enganado e tornou-se especialista na história contemporânea da Índia. Em 2010 deu a volta à Índia numa mota com sidecar.
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